Quando a COVID-19 houver passado

O Papa Francisco rezou por todo o Mundo, enquanto Trump custou a entender o perigo mortal do Novo Coronavírus, nos EUA

Quando o Novo Coronavírus, com a Covid-19, for passado que haja deixado a lição sofrida de que não somos toda essa alteza, na Terra, embora o homem achado a imagem e semelhança de Deus:

Nenhum foi capaz de ficar firme à sua passagem de corte, pois curvados, como se ao imperador do Mundo, com risco e incerteza, e afortunados os conferidos nos dedos, ante o olho da morte, que ficaram vivos para contar toda a história da nossa fraqueza!

As superpotências tremeram, como árvores pequenas, sob o temporal, e antes faziam ouvidos de mercador para a ponderação, e até ali eram prepotências em desafiar a sanidade universal, sem haver para os menores a maior e possível consideração.

No “front virtual”, botou a guerra cibernética em banho-maria, na briga de cachorros grandes americano-iraniana, no laço, tendo o urânio cobiçado como o pomo de discórdia, todo dia, mandando o acordo nuclear dos dois bicudos para o espaço! Mais do que a ONU, por mais nefasta que possa ser sua sorte, seu impacto pode frear todos os conflitos no Oriente Médio, e, com suas ogivas nucleares e um ditador néscio, a Coréia do Norte ficou no seu cantinho, fingindo-se de morta ao, sem falar, o mais forte!

2. A História, a Mestra da Vida, de (Marco Túlio) Cícero, o orador romano, refulgia: Notícia ruim vinha a cavalo de Átila, o rei dos hunos, o Flagelo de Deus, galope em pessoa, por onde passava nem erva daninha nascia. Ceifando mais vidas que as duas guerras mundiais, na era medieval, talvez, da China, a Peste Negra, ou Bubônica, entre 50 e 100 milhões de mortos, devastou boa parte da Europa, e, por sorte, o rato, que transportava a bactéria demônica, em tela, para atravessar o Mundo de então, com sua transmissão e piora, só ao deus-dará do vento para soprar os barcos à vela; e a Gripe Espanhola, em um ano, com quase aquele total, na copa, vírus influenza, até ali, na mais letal de todas as pandemias, quase no final da 1.ª Grande Guerra chegou ao Brasil, derrubou Rodrigues Alves da presidência, quanto se histriônica, e com ele, em um ano, na sua passagem, matou mais 35 mil; e depois da Gripe Espanhola e da Peste Bubônica, uma sombria e lúgubre desarmonia, no humano fado, surgiu a peste da Covid-19, mais veloz e fatal, pois supersônica, só quer aglomeração, em qualquer parte, para alastrar seu lado! Mandou pra cama o empertigado primeiro-ministro inglês, e o príncipe Charles, primeiro sucessor ao trono da Inglaterra; a chanceler alemã Angela Merkel, de 65 anos, entrou em quarentena; e nos EUA, o presidente, refratário ao isolamento social e à harmonia, colocou seu país no epicentro da mais mortífera das pandemias: o teste de Donald Trump teve resultado negativo e muito mais foi seu gesto para acudir seus compatriotas cedo já atingem um pico de mais mortes no universo, com o ledo engano do seu chegado brasileiro, Messias Bolsonaro, em incoerência, presidente da República, pagando mico global, em reincidência, longe, por cogitação, do Jesus Messias, Nosso mais eleito, dará um trabalho messiânico para a humanitária Ciência descobrir sua patogênese, porque esnoba o Coronavírus e seu mal feito! Baratas tontas, os mandatários da Terra, forçados, de joelhos, com exceção do Papa Francisco, dentre os mais poderosos, assim para rezar por todo o Mundo e beijar os pobres, no lava-pés, só menor mesmo que Jesus, na quinta-feira Santa, que se Quis com os apóstolos, o mesmo gesto, e beijar leprosos e fiéis, imitado em tudo por Francisco, o Santo Pobrezinho de Assis!

3. O Maior, após completar o universo, no sétimo dia descansou: Originou o Céu, a Terra, os Seres Vivos, os Anjos e a Humanidade, e pensando o poeta, aqui, se permitido, por Ele, para a posteridade, puxou mais brasa para a sardinha do seu ente mais querido:

Não sei se Ele há muito tempo, com tanta perversidade, se Está pensando, lá com Seus botões, o que mais Queria não foi o havido com o homem, Sua imagem e semelhança, entre egoísmo e bandidagem, que mais esconjuramos no Brasil, onde sua corrupção é o vem e o ido, e os pobres pagam mais o pato dessa torta e interminável viagem, que, sem Ter dormido no ponto e sem o visto ficado em Seu olvido, sem clamar no deserto que nem São João, entre miragem, possa ser que Deus tenha exclamado: A menina dos seus olhos foi um caso perdido! Porque, literalmente, consabido, o futuro apenas pertence a Deus: quando o Novo Coronavírus houver, realmente, passado, veremos se a Humanidade aprendeu a lição divinal de Jesus, em lei: “Amai-vos uns aos outros, assim como eu vos amei!” — cunhou o Messias certo, e como reforço da campanha contra a pandemia virulenta, desejo que esse poema seja sentido que nem o que induz a gregos e troianos, sem a sina do precioso só a quem pariu Mateus:

Saia com a máscara descartável, ou de tecido, e higienize bem as mãos, com nada de essencial, irmãos, para fazer na rua, mais urgente, luz, crentes e ateus — melhor na sua casa, de pobre ou rico, bem e comumente, com a preservação da inestimável Vida e o calor dos seus!



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