1 Não levem por aquele deputado insano do Brasil,
todos os seus compatriotas, a um de fundo, qual este aqui ferido,
nenhum, em todo território verde-amarelo, apoiador de ato tão vil,
e numa hora em que todas, cuidando de filhos ou outro ente querido,
ou com mais o que fazer, na defesa intransigente do seu país,
claro que nenhuma daria bola para um doente, tão ruim
que não é sequer benquisto entre seus pares de parlamento, o infeliz,
e que precisa ser examinado por junta médica, tintim por tintim,
esse que é um desses que se esbaldam mais na feitura da lei,
pois está na cara que legisla muito mais em causa própria assim
e assado, como foi fácil para ele, sim, ir para a Ucrânia, até que sei,
e outras vilanias facilitadas para a politicagem, em nossa pátria, outrossim!
2 Posso dizer de cátedra, que nem poeta, ou cidadão do Mundo, então,
que não são fáceis e, por todos os percalços passados, jamais pobres,
almas que enriquecem com sua maior causa ucraniano rincão:
Mulheres que amam e que se armam, sem temor, dos gestos mais nobres;
como se alquimistas, na remoção de pedras, na mais bela transformação
do vil letal em puro ouro, na defesa da pátria, e o mais alto dela terão!
3 Não pode ser feliz e completamente são um ser que, como bem direi,
um ser que está há uma vida atendendo pela alcunha de “Mamãe, Falei!”
Mamãe, Falei!, por não representar mesmo ninguém em nosso torrão natal,
terá o seu mandato cassado por uma comissão salutar de parlamentares de
São Paulo, Terra dos Desbravadores Bandeirantes e dos Demônios da Garoa,
que encantaram gerações com talento do Fute, no sentido de fazer o bem musical; e aquele, com sua ânsia de ser novamente eleito pelo Povo, ficará na saudade,
sem conchavos e corporativismo, sem deixar mais o mau e o mal numa boa!
4 Se este poeta maranhense pudesse falar por todos os seus irmãos luzeiros,
em primeiro lugar, mulheres ucranianas, sintam-se todas desagravadas,
e que, no último bastião (Kiev), a fortuna da vitória ainda seja dos altaneiros sofridos da invasão pela reencarnação de Átila, o Flagelo de Deus, e para cada
seja mais vitoriosa que a Guerra, a Paz, com Esperança deste poeta brasileiro!
5 Já está ultrapassado e pútrido esse círculo vicioso de querer fazer guerra,
se o amor é que ostenta, em todos os pontos, a singeleza da paz
vitoriosa. Matar almas inocentes e cada vez padecendo na Terra,
com crianças e bebês toda vez longe de uma vida com tempo a mais.
6 Não sou poeta da estatura de Carlos Drummond de Andrade, está certo,
até por que No Meio do Caminho meu há uma pedra,
e eu só sei rimar por não querer remar contra a maré,
e minhas obras são palavras de um reino de verdade muito pequeno
perante o decantado, num carnaval, pela Estação Primeira de Mangueira,
“de mãos dadas com a Poesia, trazendo para os braços do Povo
este poeta genial”! Bom, Drummond, sobre Stalingrado destroçada
pelas bombas da Alemanha de Adolf Hitler nazista,
passou Um Telegrama de Moscou, em que poetizou a sua crença:
“As cidades podem vencer, Stalingrado!
Penso na vitória das cidades, que por enquanto,
é apenas uma fumaça subindo do Volga.
Penso no colar de cidades, que se amarão e se defenderão contra tudo.
Em teu chão calcinado onde apodrecem cadáveres,
a grande Cidade de amanhã erguerá a sua Ordem.”
7 Ledo engano, em parte, Meu Poeta! Não contamos a reencarnação de (Ras)Putin,
e este, sem czar e czarina, incorporou-se de alteza imperial, e poderá rir
(se já não riu, Meu Poeta!) do teu magnífico e magnânimo Telegrama de Moscou.
Por isso, mandando reprimir os protestos contra ele e a guerra, em toda Rússia,
e quis levar a Rússia para anexar a Ucrânia aos seus caprichos,
como Átila, o Rei dos Hunos, aonde passava, na face da Terra, com seu cavalo
a galope espécie de hoje dos tanques obuseiros, lá não nascerão mais carrapichos!
8 De mais valioso, por enquanto para te ajudar, Kiev, na reconstrução
da tua vida, do teu tecido social, se não da tua estrutura física,
são os meus versos, ricos em argamassa e cimento-amado.
Capital da Ucrânia, por um bom tempo serás do Universo,
creia-me , eles (meus versos) com a grandeza, quando almeja para ti ser
dona do teu nariz e da tua bandeira, nas cores do amarelo, o trigo das estepes,
e o azul do teu céu, longe da cuca deste novo e 100 anos mais vezes
muito pior, e mal conselheiro para o Mundo inteiro, (Ras)Putin!





































































