O Bis do FestVit terá mais dias de teatro, lançamento de livro, serenata volante, palestra, mesa-redonda, etc.




Como nas embarcações a motor que singram as águas do Rio Mearim, de vento em popa, no entendimento dos velhos barqueiros e moradores das partes mais altas da cidade, numa criação da Academia Vitoriense/Instituto de Literatura, História e Geografia, Artes e Ciências, assim está prometendo acontecer o II Festival da Cultura Vitoriense (FestVit), numa programação que terá início neste sábado (15.11.) e se estenderá até o dia 29.11., com seminários, amostra de talento teatral nativo, amostra do talento musical, recitais, homenagens a presentes, reverências póstumas, conferências, mesa-redonda, lançamento de coletânea, sorteio de exemplares de livro, a concorrida Serenata Volante, campanha pela Valorização da Identidade Cultural local, e outros eventos que se encaixam perfeitamente bem na proposição do festival.


Com seus dias de atividades, na parte noturna, todos finalizados com oferecimento de coquetel, a sessão solene de abertura será às 19h30min de 15.11. (sábado), no Auditório do Instituto Nossa Senhora de Nazaré (Centro). A partir daí, o II FestVit entra em ritmo de ocorrências relevantes, dentre registro de efemérides locais e aniversários importantes de acadêmicos, acontecidos neste ano; III Seminário de Valorização Histórico-Cultural de Vitória do Mearim: painel sobre o jornalista vitoriense João da Matta de Moraes Rego, um dos patronos do Instituto Histórico e Geográfico do Maranhão (IHGM); com performance da atriz Loren Nolasco, amostra do talento teatral vitoriense: monólogo Quem Sou?; homenagem a filhos da terra finados nos últimos 12 meses, representados por Hélida Leite Catanhede, Marília Pinto Sousa, José Filomeno dos Santos Filho e Viriato Olímpio Rodrigues Figueiredo; in memoriam ao advogado José Gervásio Maciel Neto; distribuição de exemplares do título 1784 e Outros Momentos Marcantes da História de Vitória do Mearim, de Washington Cantanhede aos participantes do I FestVit (em 2024) que ainda não foram contemplados; e sorteio de exemplares deste livro entre os presentes; e coquetel com momento musical.


Já em 20.11., teremos momento teatral, lançamento e sorteio de livros, às 19h30min, no pátio do Jardim de Infância Menino Jesus, no Bairro Manijituba, assim: segunda amostra do talento teatral vitoriense: apresentação, pela Companhia Artística e Cultural Amigos da Arte (GADA), do solau (adptado) Jovino, o Senhor de Escravos, de Trajano Galvão de Carvalho, comemorando os 170 anos de criação dessa peça; apresentação e sorteio, entre os presentes, do romance Agontimé e Sua Lenda: Rainha, na África, Mãe de Santo, no Maranhão, de Judith Gleason; homenagem a vitorienses falecidos nos últimos 12 meses, representados por Iolanda Leite Coelho, Cirineu Leite Coelho, Antônia Fernandes, Paulo José Gomes Correa, José Roberto Nunes, José Raimundo Pereira (Gigi) e Raimundo Nonato Mendonça (Gibi Jibu); sorteio entre os presentes de exemplares do livro Humberto de Campos, Evocações de Uma Vida, de Amparo Coelho; e coquetel com momento musical.


A concorrida Serenata Volante
Tendo como espaços mais emocionantes as ruas, na boca da noite, em 21.11., o talento musical vitoriense vai aflorar com homenagens, com este formato: Seresta Volante com músicos locais e declamações da Academia Jovem, em reverência ao poeta, cronista e contista Arimatea Coelho, pelos seus 70 anos de idade. Na frente da casa da professora Maria Clara Gomes, leitura de um texto e Serenata Volante mediante pausa, e apresentação de um projeto de resgate e valorização da tradição musical do município.


A valorização Histórico-Cultural
Serão na noite do dia 22.11., às 19h30min, no pátio do Jardim de Infância Menino Jesus/Bairro Manijituba, o III Seminário de Valorização Histórico-Cultural de Vitória do Mearim e outras atividades culturais, dentre: palestra: Enfrentamento da Hanseníase na Baixada Maranhense; mesa-redonda: o aniversário de 340 anos da execução de Manoel Beckman e sua repercussão sobre a história vitoriense; homenagens: centenário de Miguel Arcanjo Pereira (Miguel Ourives); e póstuma à vendedora ambulante pioneira Iranilde Queiroz, falecida há quase um ano; lançamentos: e da coletânea na Folha da AVL, de Washington Cantanhede e Arimatea Coelh; e distribuição de exemplares desse livro aos presentes, com momento musical seguido de coquetel.


A valorização da identidade cultural
Uma sessão solene, no pátio do Jardim de Infância Menino de Jesus, no Bairro Minjituba, às 19h30min, marcará o encerramento do III Seminário de Valorização Histórico Cultural de Vitória do Mearim; Palestra Antônio Moysés Netto e A Geração Hora de Guarnicê, 50 Anos Depois; lançamento do livro póstumo de poesia Função Existencial, de Antônio Moysés Netto, comemorativo dos 50 anos do seu primeiro livro de poesia, Os Tamancos do Vaqueiro; de 1975; e homenagem ao comerciante José Walter Nunes pelos 50 anos de vida, moradia e trabalho em Vitória do Mearim (desde 1975).
Com coquetel de confraternização ao som de hits nacionais e internacionais do ano de 1975, o II Festival da Cultura Vitoriense terá o fecho com uma proposição que tem tudo para fazer Honra ao Mérito, na promoção e organização da Academia Vitoriense/ Instituto de Literatura, História e Geografia, Artes e Ciências: trabalhar com perseverança e competência em favor da Valorização da Identidade Cultural Local.
Texto: Herbert de Jesus Santos














































































