

Bom dia meus prezados leitores e leitoras.
Chegamos a mais uma sexta-feira (17) de quarentena sem boas perspectivas. É o chamado ISOLAMENTO SOCIAL obrigatório por tempo indeterminado. Uma espécie de prisão domiciliar: não cabe habeas corpus. E Cada um sobrevive como pode. O assunto a ser pautado hoje não poderia ser outro. O COVID – 19. Um vírus maldito vindo da China que devasta o mundo fazendo milhares de vítimas fatais.
Você liga a televisão, uma companheira inseparável nesses dias, assim como os celulares quase todos sintonizados nas redes sociais e o assunto é o mesmo. Como combater o vírus? De quem é a culpa? O isolamento tem que ser vertical ou horizontal? O ministro da saúde deve ou não ser exonerado? Enfim, uma serie de especulações em torno da crise.
Nesse passar de tempo o ministro da saúde Luiz Henrique Mandetta, de herói , passou a ser visto com desconfiança pelos apoiadores de Jair Bolsonaro e pelo próprio governo. Foi cooptado pela oposição,pelo sistema Global e contrapôs publicamente o chefe no programa de maior audiência da televisão brasileira, o Fantástico. Há alguns dias balançou no cargo por possível infidelidade ao presidente. Mas ao que parece quer o confronto e vai cair.
Mandetta chegou ao ponto de conquistar até certos apoiadores e seguidores da oposição que não queriam a sua queda. Não por amor a ele ou a Bolsonaro. Pelo contrário, por puro medo da morte. O ministro antes de politizar o coronavirus passou muita confiança a sociedade.
No mundo jurídico senhores e senhoras, a palavra PREVARICAR significa em síntese quando o sujeito indevidamente retarda ou deixa de praticar ato de ofício. É um crime praticado por funcionário público. Para quem é leigo o significado jurídico não é muito diferente.
A propósito, essa explicação tem um significado. Entendam. Nessa quarentena tenho ficado em minha residência e no meu escritório que fica instalado em uma casa residencial juntamente com minha esposa Ana Baldez. Lá faço as minhas refeições, trabalho interno, estudo e leio bastante sobre matérias jurídicas e a história do vírus chinês.
Neste contexto, de tanto pesquisar sobre a proliferação da epidemia no mundo, foi que, despojado de qualquer sentimento ideológico, passo ao conhecimento dos senhores e senhoras alguns dados que me deixaram intricado e seguro de que tanto a Organização Mundial de Saúde – OMS, como as autoridades brasileiras, como governadores, principalmente, com suas equipes da saúde e o próprio Mandetta, negligenciaram quanto a gravidade do que estava para acontecer e acabou acontecendo.
Digo isso estribado em alguns fatos incontroversos. Se mostra evidente que a (OMS) custou para reconhecer o novo coronavírus como uma pandemia. E esse cochilo imperdoável, levou muitos países a não se prepararem, como o Brasil, para a adoção de protocolos mais rígidos de combate à doença. O ministro da saúde e os governadores de Estado, com seus respectivos secretários de saúde deram as costas também para um problema mundial. Eles tinham o dever de preocupação e contenção preventiva da doença.
Em 27 de dezembro de 2019, vejam, no final do ano passado, um hospital de Wuhan, capital da província de Hubei, na China continental, já havia notificado o centro local de controle e prevenção de doenças (CDC) e comissões de saúde sobre o risco do vírus. Tudo em razão de manifestação da doença pela primeira vez em um grupo com uma pneumonia misteriosa. Em 31 de dezembro, o CDC de Wuhan admitiu que havia um grupo com pneumonia desconhecida no Mercado Atacadista de Frutos do Mar de Huanan, depois que documentos não verificados apareceram na Internet.
Ora leitores, o possível surto de doença logo chamou a atenção de todo o país mais populoso do mundo. Em 8 de janeiro, um novo coronavírus foi identificado como a causa da pneumonia. No entanto, a resposta tardia e controversa não conseguiu conter o surto no estágio inicial.
Em 29 de janeiro, o vírus havia se espalhado para todas as províncias da China continental. Em 8 de fevereiro, mais de 724 haviam morrido de pneumonia associada à infecção por coronavírus e 34.878 foram confirmados como infectados. Somente em Hubei, houve 24.953 casos de infecções e 699 mortes relacionadas. A OMS declarou o surto uma “emergência de saúde pública de âmbito internacional” em 31 de janeiro. E só.
Enquanto isso acontecia o Brasil já se preparava para a festa de carnaval no final de fevereiro. Todas as autoridades de saúde esqueceram ou ignoraram o que estava acontecendo na China. No Rio de Janeiro por exemplo foram 23% (vinte e três por cento) , de 2,1 milhões de turistas presentes na cidade. Entre os estrangeiros, os que mais visitaram o Rio eram argentinos, chilenos, norte-americanos e italianos.
Na capital pernambucana e em Olinda foram 400 mil turistas estrangeiros, segundo a Associação Brasileira da Indústria de Hotéis (ABIH) de Pernambuco. Salvador teve uma média de 16,5 milhões de pessoas curtindo a folia. Dentre os quais a capital recebeu 86 mil turistas estrangeiros vindos, principalmente, da Argentina, França, Estados Unidos, Alemanha, Espanha e Inglaterra.
São Paulo viu um crescimento rápido de reservas de estrangeiros. As nacionalidades com crescimento mais rápido de reservas foram russos, espanhóis, italianos, britânicos e chilenos, o que reforça o apelo internacional do Carnaval paulistano na atração de turistas de diversas partes do globo.
Com toda essa extraordinária invasão internacional de pessoas no país, para cinco (5) dias de grande aglomeração, juntando-se ao povo daqui, nenhuma providência preventiva foi tomada pelas autoridades sanitárias e de saúde e nem pela OMS. Esta última já teria motivos de sobra, pelos dados cronológicos aqui demonstrados de recomendar a SUSPENSÃO DO CARNAVAL de 2020. Neste sentido assiste razão ao presidente dos Estados Unidos, Donald Trump, quando anunciou nesta terça-feira (14) que vai ordenar a suspensão do envio de verbas para a (OMS). Ele acusa a organização de lidar de forma inadequada com a pandemia de coronavírus. É o que dizemos.
Foi exatamente aí que podemos ter tido o início da disseminação da coronavirus no país porque com certeza não houve controle de entrada, permanência e saída dos estrangeiros do território nacional. Aqui no Maranhão por exemplo, um quintal da China, aonde o comunismo impera no Palácio dos Leões, nenhuma autoridade foi capaz de fazer a leitura do que estava acontecendo no mundo deles, para ao invés de patrocinar a festa de momo, equipar os hospitais capengas da capital e do interior, haja visto que quem mata o ser humano não é o CONVID -19 e sim a falta de infraestrutura da saúde de responsabilidade do poder público. E o Maranhão caminha aceleradamente, infelizmente em direção à liderança do contágio e talvez até de mortes, porque em IDH e tudo que nos inferioriza perante o resto do país somos campeões.
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E qual o lugar de Jair Messias Bolsonaro nessa história????