Chefe da Casa Civil do Governo do Maranhão expôs sua admiração pela literatura maranhense se prontificando ao fomento da arte literária no Maranhão


O chefe da Casa Civil do Governo do Maranhão, Sebastião Madeira, acompanhado de sua esposa, a escritora e professora da Universidade Federal do Maranhão, Regiane Presot, reuniu-se na tarde de segunda-feira, 15 de setembro, com personalidades das letras maranhenses para um almoço descontraído no restaurante Sal e Brasa.
O encontro teve como objetivo um bate-papo sobre a trajetória da literatura no estado e a discussão de futuras ações voltadas para o fomento da cultura literária, além do fortalecimento das relações entre escritores.
Estiveram presentes: Pinheiro Diniz, presidente da Academia de Letras, Ciências e Artes da Área Itaqui-Bacanga (ALEART); Inaldo Lisboa, professor, escritor e curador da Feira Literária do Maranhão (FLIM); Dr. Ronald Almeida, membro do Instituto Histórico e Geográfico do Maranhão (IHGM); Adonay Moreira, escritor e advogado; Paulo Matos, historiador, administrador e assessor especial da Casa Civil; Carlos Campelo, professor da Rede Pública; Gutemberg Bogéa, representante do Jornal Pequeno (JP Turismo); Accioly Cardoso, prefeito de São Raimundo das Mangabeiras; Jadson Passinho, ex-prefeito de Cedral; Euges Lima, historiador, professor e membro efetivo do IHGM; entre outros convidados que se engajaram no debate.


Com representatividade em cerca de 40 municípios do Maranhão, Sebastião Madeira defendeu a criação de uma rede de ligação entre as academias literárias municipais, com o intuito de fortalecer a integração e inaugurar um novo momento para a cultura maranhense.
“Ao longo da minha trajetória política tive a oportunidade de exercer quatro mandatos como deputado federal, deixando marcas em todos os municípios por onde passei — entre postos de saúde, poços artesianos, casas populares, banheiros públicos e outras obras que beneficiaram as populações mais humildes. Pude administrar Imperatriz por oito anos, com muita honradez, e meu eleitorado sempre acreditou no meu trabalho. Hoje sinto necessária uma maior aproximação com a cultura literária. Acredito ser possível reorganizar e reconstruir o acervo literário do nosso estado e abrir novos caminhos”, afirmou Madeira.


Atualmente, Sebastião Madeira se prepara para uma nova empreitada: a disputa por uma vaga na Assembleia Legislativa do Maranhão (ALEMA). Segundo ele, a experiência acumulada na Câmara Federal e na Prefeitura de Imperatriz o credencia a realizar um grande trabalho.
“Para mim, não existe cargo pequeno. O que existe é ocupante pequeno em cargo grande. É possível fazer um trabalho perfeito na Câmara Municipal, na Assembleia Legislativa, na Câmara Federal ou em uma Prefeitura, desde que haja zelo e competência”, destacou.
Prefeito de São Raimundo das Mangabeiras


Com aprovação administrativa de 90,8%, segundo pesquisa realizada em São Raimundo das Mangabeiras, o prefeito Accioly Cardoso esteve presente ao encontro e demonstrou satisfação com os avanços de sua gestão, realizados em grande parte com recursos próprios, mas também com apoio do chefe da Casa Civil.
Motivado, Accioly ressaltou sua votação expressiva nas últimas eleições:
“Os 17 mil votos recebidos nas urnas me incentivam cada vez mais. Nosso município é bastante disputado em períodos eleitorais, mas temos um compromisso firmado com Sebastião Madeira, apoio que se sustenta pelo trabalho que ele realizou ao longo de sua trajetória como deputado, gestor e chefe da Casa Civil do Maranhão”, afirmou.
Literatura em destaque


Durante o encontro, o historiador, professor e membro efetivo do Instituto Histórico e Geográfico do Maranhão, Euges Lima, presenteou Sebastião Madeira com um exemplar do livro Poesia Reunida, obra que reúne toda a produção poética do escritor Almeida Galhardo — inclusive 20 poemas inéditos descobertos em pesquisa realizada ao longo de dois anos na Biblioteca Pública Benedito Leite e no Arquivo Público do Maranhão.
A coletânea resgata a essência poética de um dos nomes mais relevantes da literatura maranhense dos anos 1940, marcada por lirismo e forte sensibilidade social.


“Foi um momento de muita satisfação entregar essa obra ao secretário. Almeida Galhardo, natural de Tutóia, faleceu tragicamente aos 25 anos em um acidente aéreo em 1948. Apesar da vida breve, deixou um legado de poesia arrebatadora e fascinante, com influências diversas que permanecem vivas até hoje”, destacou Euges.
Ao final, o historiador agradeceu a presença de todos e ressaltou a importância da reunião como espaço de diálogo e intercâmbio de ideias.
“Este encontro foi um colóquio importante para discussão, troca de informações e opiniões que valorizam a arte literária, servindo de caminho para futuros debates e iniciativas em prol da literatura maranhense”, concluiu.
Texto: Gutemberg Bogéa


































































