
A III Felita (Feira do Livro Itaqui-Bacanga) acontecerá de 6 a 9 de agosto, na Praça da Ressurreição, no Anjo da Guarda, como anunciou, na manhã de ontem, o professor e escritor Raimundo Diniz Pinheiro, presidente da Aleart(Academia de Letras e Artes do Itaqui-Bacanga), que promove o evento cultural, que a cada ano cresce em projeção. Raimundo Pinheiro ressaltou que a III Felita incentiva a vendagem de livros de escritores da Aleart, shows musicais, palestras e de quadros de pintores do bairro, como Wilson Bozzó, cantor, compositor e artista visual, e tem o patronato, neste ano, de Temístocles da Silva Maciel Aranha, um dos fundadores da Aleart, homenageado postumamente.
Entusiasmado com a presença de autores que procuraram participar da III Felita e do igual interesse de estudantes da comunidade e dos da adjacência, o presidente da Aleart, entrevistado pelo jornalista e escritor Herbert de Jesus Santos, enfatizou que a tendência da Felita é crescer e encontrou no espaço de encerramento da Via-Sacra do Grupo Grita, na Praça da Ressurreição, o ideal para engrandecer mais o projeto.

“Veremos se nos anos vindouros teremos mais dias para a realização da Felita”! —- o que é sugestão frequente de Herbert de Jesus Santos, aliás, integrante fundador da entidade, em cadeira que tem como patrono o professor, poeta e ecologista Nascimento Morais Filho, além de ser um dos criadores do Bairro Anjo da Guarda, onde residiu um bom tempo.
Para a iniciação da III Feira do Livro do Itaqui-Bacanga, a Aleart endereçou, igualmente, convites para as autoridades de órgãos públicos e privados. “Igualmente, para as Academias de Letras de todo o Estado do Maranhão, com um excelente intercâmbio, quanto à Academia Maranhense de Letras, quando já visitamos e recebemos visita do presidente, Lourival Serejo, e da vice, Laura Amélia Damous!” —- encerrou.
Vasta programação —-– A cada edição da Felita, a Aleart diversifica mais as opções culturais, qual a de sessão de autógrafos de autores do sodalício, neste ano com os lançamentos das obras de Raimundo Diniz Pinheiro e de Mary-Lândia Santos.
Texto: Herbert de Jesus Santos
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