Uma tábua de R$ 5 bilhões para a salvação das empresas de Turismo e Cultura, no Brasil, no mar tenebroso da Codiv-19

Em cima do tempo de incerteza e de apreensão, por conta do Novo Coronavírus, com a agressividade da Codiv-19, o que foi anunciado, anteontem (22.4.), pelo ministro do Turismo, Marcelo Álvaro Antônio, foi um alento para as empresas do setor do Receptivo e da Cultura: Elas terão à disposição cerca de R$ 5 bilhões de reais de crédito do governo, de tal forma que possam sobreviver no período da pandemia. Quando alardeou a boa-nova, em coletiva de imprensa no Palácio do Planalto, o ministro enfatizou que o recurso, que já foi solicitado ao Ministério da Economia, por meio de medida provisória, irá auxiliar o capital de giro das micro, pequenas, médias e grandes empresas, além de resguardar milhões de empregos no País. Foi repercutido na Grande Imprensa que, em sua fala, Álvaro Antônio destacou a necessidade desse socorro, com a máxima das urgências, para o setor, assim: “Eu sei que as empresas estão indo às agências bancárias e não estão conseguindo crédito. Acredito que, em breve, esse recurso esteja disponível. Quero dizer aqui que essa medida provisória é fundamental para que haja a preservação e sobrevivência do setor de turismo. Sem isso, não haverá retomada”. Os jornais do Sudeste assinalaram que no início do mês, o Ministério do Turismo publicou portaria que flexibiliza as regras de empréstimos do Fundo Geral do Turismo (Fungetur). Entre as medidas, estão a redução dos juros para capital de giro de 7% para 5% ao ano e a ampliação da carência do início de pagamento das parcelas de 6 meses para 1 ano. A contratação do crédito é permitida a prestadores de serviços elencados no art. 21 da Lei 11.771/2018 e que estejam devidamente inscritos no Cadastur, o cadastro oficial de operadores da área.

Daí outros meios de comunicação, com matérias e artigos procedentes,  ressaltaram  que “Ainda como ação para a liberação de crédito para o setor, o ministro Marcelo Álvaro Antônio tem se reunido com bancos públicos, como a Caixa, Banco do Brasil e BNDES” . Com essas providências, as conversas giraram em torno da inclusão das empresas dos mais de 50 segmentos turísticos em linhas de financiamento dessas unidades bancárias. Como maneira de engajamento do setor, na guerra contra a pandemia que está assolando o Mundo, com epicentros na Europa e EUA, e aumenta, celeremente, o número das suas vítimas, em óbitos e em isolamento nas residências, em todo o País, Álvaro Antônio também citou o andamento do projeto do Ministério do Turismo que disponibilizará quartos de hotéis para abrigar os profissionais de saúde. Concluiu que os hotéis abrigarão estes trabalhadores que estão na continuidade da linha de frente, tanto para melhoramento da logística, como também para preservar cada vez mais os seus familiares.

Sem dúvida, nas redes sociais, a iniciativa está elogiada quanto uma das mais relevantes na luta contra o que já está sendo tratado qual o Mal do Século 21.



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