Reflexões em torno do Dia Internacional da Mulher

Passado, 8 de março, Dia Internacional da Mulher celebrado anualmente nessa data e surgido em uma jornada de manifestações pela igualdade de direitos civis e em favor do voto feminino lá pelo inicio do Século XX , ficam as reflexões. 

Independentemente de datas, dias, noites ou anos, a questão continua na pauta, sendo que a violência, sobretudo a doméstica, contra a mulher, ocupa repetidamente o noticiário dos meios de comunicação de massa, infelizmente.

O mundo mudou, a sociedade sofreu bruscas e traumáticas transformações, a fé recrudesceu, a religião serve a muitos espertos que exploram a fé dos incautos, e a família já não é mais aquela tradicional, constituída por pai, mãe e filhos. Hoje, existem mães solteiras, relações homoafetivas, com adoção de filhos, enfim, a estrutura social se diversificou ao longo das décadas.

Esses transtornos sociais não foram ainda absorvidos pela sociedade e o homem, na sociedade brasileira, ainda refém do analfabetismo, acabou perdendo o rumo e, desempregado, usa o álcool como muleta e desconta suas frustrações na mulher ou nos filhos. Hoje, os meninos e meninas de rua grassam pela cidade, as mulheres abandonadas ficam desorientadas e se jogam ao vício ao desânimo, na maioria dos casos.

A realidade de filhos que crescem sem a presença paterna tem produzido uma geração que ainda irá moldar a feição de uma nova sociedade, menos patriarcal, mais permissiva, menos crítica e despida de fé. São males que afligirão o futuro da nação. Cabe esperar para ver o que acontece.

Enquanto o futuro não chega, contudo, questões como a violência contra a mulher, desigualdade salarial e luta por igualdade de direitos ainda irão ocupar durante muitos anos a pauta da mídia brasileira. O que se espera é que a reflexão pessoal chegue o mais rápido possível. 

O que temos visto ultimamente beira o caos, são novos tempos e rumos se direcionando para um desequilíbrio incontrolável. Na condição intima, a busca pela paz espiritual pode ser uma forma única de sobrevivência humana, e essa possibilidade só poderá ser alcançada em um diálogo intimo com Deus. Não espere muito, busque esse caminho que esta dentro de cada um de nós. Essa será sempre a lei natural!



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