O JP Turismo surgiu no jornalismo maranhense em 23 de março de 1995, na cidade de São Luís (MA), com o propósito de divulgar o turismo no estado e a cultura diversificada e peculiar do Maranhão, com suas belezas naturais, histórias, lendas, gastronomia, artesanato, arquitetura e tradições seculares. Desde essa data, circula ininterruptamente todas as semanas como suplemento do Jornal Pequeno, um dos mais tradicionais jornais impressos do Maranhão, fundado em 29 de maio de 1951.
O jornal nasceu com um intuito de ser um espaço de interação popular, onde o leitor pode expor aquilo que lhe é pertinente sem ser bloqueado por tendências partidárias ou linhas editoriais criadas para confundir as veracidades dos fatos. Conquistou seu espaço com uma equipe preocupada em levar ao seu público o que de melhor existe no turismo, cultura, entretenimento e mundo sustentável, não deixando de opinar nas questões políticas com responsabilidade e legitimidade.
Desde sua fundação, o JP Turismo busca manter-se sempre atualizado com o que acontece de mais importante nos setores que comungam para o crescimento do turismo, abordando temas atuais que convergem de políticas adotadas para o setor, assim como textos atemporais que despertam o interesse daqueles que buscam destinos turísticos em um suplemento repleto de variedades, tratando de aspectos como: artesanato, gastronomia, cultura, meio ambiente, história, vida noturna, folclore e tantos outros.
Legado de talentos e colaboradores
Idealizado pelo jornalista Gutemberg Marques Bogéa, ainda hoje diretor geral e editor-chefe do veículo, em comunhão com dois companheiros de redação, o JP Turismo contou com participação e apoio do jornalista e poeta Alteré Bernardino, que foi diretor de redação nos primeiros anos do jornal, e do diagramador Peninha, profissional que se formou na escola da vida das redações.
Ao longo dos anos, várias personalidades do jornalismo maranhense fizeram e ainda fazem o JP Turismo, a exemplo de JM Cunha Santos Filho, Gilberto de Sousa Ferreira (Gil Maranhão), Luis Cardoso, Rui Barbosa, Isaurina Nunes, Wilson Marques, Henrique Bois, Fernando Borges, Arnaldo Moreira e Paulo Melo Sousa, além de colunistas e articulistas como Herbert de Jesus Santos, José Ribamar Sousa dos Reis, José Figueiredo, José de Anchieta, Afonso Henrique (Geólogo), Larissa Cavalcanti, Vanessa Serra, Karine Baldez, Mônica Moreira Lima, Bruno Leone e Ezeniel Salles.
Edição de estreia: revelando São José de Ribamar
“São José de Ribamar – Santo de casa pode fazer milagres” foi o título da manchete de capa da 1ª edição do JP Turismo, que consagrou o veículo com um importante canal de disseminação dos atrativos turísticos do estado. O exemplar apresentava aos visitantes todos os atrativos turísticos da cidade balneária de São José de Ribamar, um destino situado no extremo leste da Grande Ilha Upaon-Açu, de frente para a Baía de São José, distante cerca de 32 quilômetros do centro da capital maranhense.
Em destaque, as ricas potencialidades de sua culinária, belezas naturais, praias e arredores, além das festividades tradicionais, como Festival do Peixe Pedra e Festejo do Santo Padroeiro local. A cidade foi batizada de Aldeia dos Índios Gamelas, São José dos Índios, São José do Lugar e, posteriormente, São José de Ribamar, padroeiro do Maranhão, nome decretado por lei.
A partir daí milhares de edições com os mais diversos projetos gráficos já abriram as páginas deste suplemento de grande importância para a história do jornalismo maranhense e brasileiro.
Jornalismo em tempo real e independência editorial
Os avanços tecnológicos permitiram levar informação a mais leitores através de ferramentas digitais e online, como o endereço eletrônico jpturismo.com.br, as redes sociais do jornal e, mais recentemente, o aplicativo JP Turismo para dispositivos móveis. A tecnologia chegou para colocar o veículo em contato com o mundo em tempo real e com um texto jornalístico adaptado a essa realidade.
Com autonomia para pautar as próprias matérias, o realiza visitas técnicas a destinos dentro e fora do Brasil e busca estar inserido nas ações e agendas que movimentam o turismo no Maranhão, participando de entrevistas, reuniões de entidades, associações, órgãos governamentais e outras instituições que integram a diversa da cadeia produtiva do setor. Atua ainda como divulgador de notícias das redes hoteleiras, bares, restaurantes e toda indústria turística.
O periódico segue uma linha editorial tradicional, uma tendência jornalística natural, onde a informação é levada ao seu leitor de forma fidedigna, a verdade nua e crua do fato, cabendo ao leitor a sua análise do que está sendo noticiado sobre as partes envolvidas. Ao veículo cabe opinar em artigos e no seu editorial, a fim de fornecer um parecer acerca de assuntos que fazem parte da realidade social de uma região ou contexto.
























































