Amazônia se destaca entre os melhores lugares do mundo

Uma biodiversidade de rara beleza, preservando os mais belos atrativos turísticos do mundo, tais como animais e um conjunto de espécies vegetais de raríssima riqueza

A Amazônia brasileira foi eleita uma das 10 melhores regiões do mundo para se visitar em 2020, segundo lista divulgada nesta semana pela gigante editora de guias de viagem Lonely Planet. 

O destino tem cerca de 3,3 milhões de km² de selva densa, repleta de biodiversidade, que é lar dos mais raros animais e plantas do planeta, bem como de comunidades ribeirinhas e indígenas. E está em absoluta evidência no momento, principalmente devido à devastação sem limites que tem sofrido.

De acordo com a Lonely Planet, viagens pensadas e bem planejadas para lá apoiarão os esforços do turismo sustentável, ao mesmo tempo em que beneficiarão a economia local e destacarão a necessidade de preservação.

Onde Ficar:

Hotel Juma Amazon Lodge, Margem Esquerda do Rio Juma, Autazes – Amazonas, localizado dentro da Floresta Amazônica, a três horas de Manaus.

Construídos sobre palafitas, a mais de 15 metros de altura, os 19 bangalôs – que oferecem vistas incríveis, varanda e rede – e os espaços de convivência ficam em uma área remota e preservada da Amazônia, às margens do rio Juma.

Um dos grandes destaques enriquecedores desta experiência é o restaurante especializado na culinária local, de forte influência indígena. Dos rios regionais, saem peixes famosos como pirarucu, tambaqui e surubim.

Para conhecer melhor a mata, os visitantes circulam com guias especializados em diferentes passeios. Já para relaxar, vale passar à tarde na piscina (com água do rio), na choupana ou no redário. Como não poderia deixar de ser, o Juma Amazon Lodge tem diretrizes de preocupação ambiental, faz uso de energia solar e conta com programa de reciclagem.

Recepção do Hotel Juma Amazon Lodge | Foto: Divulgação

Sobre o Juma Amazon Lodge 

Em uma área de 7.000 hectares, o Juma Amazon Lodge foi erguido sobre palafitas, mesmo método usado pela população ribeirinha da Amazônia para construir suas casas. Suas instalações estão resguardadas pelas árvores, a 15 metros de altura, nível máximo atingido pelo rio no período da cheia. Alinhado com o conceito de sustentabilidade, o hotel adota práticas como uso de energia solar e reciclagem.

 Os hóspedes podem escolher entre 19 bangalôs, sempre com rede na varanda, água quente e ventilador. Já a infraestrutura conta com restaurante, bar, museu, redário e um deck com telescópio profissional para quem quer apreciar o céu nas noites estreladas da Amazônia.

Texto: Ana Davini



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